Blog Unicamp Ano 50



Estudantes 'esquecem' até das redes sociais com a UPA

10/09/2016 - atualizado em 10/09/2016
Estudantes 'esquecem' até das redes sociais com a UPA. Foto: Antonio Scarpinetti

O papel superou os aparatos tecnológicos na UPA 2016. Apesar de contar com rede de wifi e muitos aplicativos disponíveis, os estudantes que vieram conhecer a Unicamp neste sábado preferiram, de modo geral, os bloquinhos de papel para consultar a programação e se localizar no campus. “Meu foco é encontrar uma coisa que eu possa fazer na vida. Não ficar no celular”, explica Alessandra, do Colégio Rogerio Lazaro Toccheton, de Itú. “A gente pensou, vou lá para conhecer o lugar. Melhor esquecer um pouco as redes sociais. Ficar aqui, entendeu?”, explica.


Com o peso e a seriedade de encontrar um “rumo para a vida”, muitos estudantes preferiram deixar o celular na bolsa, ou até em casa. “Você fica focado na rede e esquece das coisas. Eu nem trouxe o celular. Mas, porque minha mãe não deixou, na verdade”, comenta Vitor, que tem como meta a Faculdade de Educação Física.

Mas, obviamente, essa opinião não é unânime. Muitos afirmam conseguirem coordenar muito bem atenção presencial com conectividade virtual. “A gente usa as redes sociais praticamente todos os dias. Essa foto já foi para os Snap. E agora vai para o Insta. Depois mais tarde para o Face”, conta Larissa Ayumi, ansiosa para contar aos colegas que ficaram em Chapadão do Sul (MS) o que anda vendo pela Unicamp. Snapchat, Instagram e Facebook foram as redes sociais mais citadas pelos estudantes.

O Facebook foi caracterizado como mais abrangente, possibilitando a comunicação das mais diversas formas, incluindo além de fotos, textos mais longos, vídeos e mesmo transmissões ao vivo. Mas é o Snapchat o queridinho da galera. “O Snap é mais legal porque ele é momentâneo. Ele grava sua vida no momento. Isso conecta mais as pessoas”, explica Bianca Leite, que veio da Bahia para a Upa.

Lucas, estudante do 4º ano da Faculdade de Engenharia de Computação, que trabalha como voluntário na Upa deste ano, vê vantagens e desvantagens no uso das tecnologias como celulares e tablets em sala de aula. Ele explica que, se por um lado as redes socias podem distrair os estudantes, por outro, são muitas as possibilidades para pesquisa. “Putz, não tem um livro na biblioteca, vou carregar no celular”, exemplifica.

Bianca Machado, que veio de Extrema MG e pretende estudar comunicação, baixou o aplicativo da UPA em casa antes de vir. “Estou usando como GPS, para localizar para onde eu vou”, comenta.

Galeria de fotos

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